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VERSO PARA MEMORIZAR: “Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Coríntios 9:27). 

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10/03/10 Meditações Diárias 2010 - Preconceito e racismo |
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Perguntou-lhe Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê. João 1:46 De acordo com a Lei nº 9459, de 13 de maio de 1997, basta chamar alguém de “negro”, “preto”, “negão”, “turco”, “judeu”, “baiano”, etc., para que o autor fique sujeito a uma pena de um ano de reclusão, além de multa, se ficar provada a intenção de ofender a honra alheia relacionada com cor, religião, raça ou etnia. Preconceito é uma opinião formada antes de se conhecerem os fatos. É sempre preconceito aplicar as ações de um ou dois indivíduos a todo um grupo, como por exemplo: “Índio é preguiçoso”, “mineiro é desconfiado”, “gaúcho é papudo”, “judeu é pão-duro”. O preconceito é tão velho quanto a humanidade. Em Números 12:1 lemos: “Miriã e Arão criticaram Moisés, porque ele tinha se casado com uma mulher cusita” (BV). Este é um exemplo de preconceito racial, pois os cusitas tinham a pele escura e eram estrangeiros. A punição divina por esse preconceito não se fez esperar: “Miriã achou-se leprosa, branca como neve” (v. 10). Que ironia! Por causa de seu preconceito de cor, Miriã foi castigada com a alvura da lepra! Vários tipos de preconceito são mencionados na Bíblia. Havia o preconceito contra certas profissões (Gn 46:34), em relação à aparência pessoal (1Sm 16:7), ao lugar (2Rs 5:12, Jo 1:46), à classe social (Lc 18:9-14), e aos aspectos sexual e étnico (Mt 15:21-28, Jo 4:9). Um exemplo positivo de ausência de preconceito racial foi citado por Jesus na parábola do Bom Samaritano, em Lucas 10. Qual dos três viajantes teve compaixão? Quem demonstrou ser o próximo do homem ferido? Não foi o sacerdote, que representava a liderança religiosa, nem o levita, que era um assistente leigo do sacerdote, mas um samaritano, que era estrangeiro e do qual não se esperava simpatia para com os judeus. Jesus também foi alvo de preconceitos quanto à Sua origem (Jo 8:19), aparência (Is 53:2, 3), intenções (Lc 7:39; 15:1, 2; 19:7), e pelo fato de ter sido criado em Nazaré. Natanael, um de Seus futuros discípulos, ao ser chamado a seguir o Mestre, reagiu com a pergunta preconceituosa: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” A resposta que Filipe lhe deu é a melhor que se pode dar a pessoas preconceituosas: “Vem e vê.” Natanael aceitou o convite de Filipe e, ao ver e ouvir a Jesus, reconheceu ser Ele o Filho de Deus. Antes de julgar os fatos e as pessoas por antecipação, vá até lá e veja. Tome conhecimento da realidade. Só então você poderá ter um conceito. Antes disso, será mero preconceito.
RUBEM M. SCHEFFEL
Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem". Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.
Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.
Rubem M. Scheffel é pastor e trabalhou como editor na Casa Publicadora Brasileira por 32 anos. Atualmente jubilado, reside em Tatuí, SP. |
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09/03/10 Meditações Diárias 2010 - Importante demais para não ser partilhado |
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Muitos outros creram nEle, por causa da Sua palavra, e diziam à mulher: Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo. João 4:41, 42 A Mercedes-Benz tem, ao longo dos anos, introduzido em seus carros muitos dispositivos de segurança que foram copiados por outros fabricantes e se tornaram comuns nos veículos modernos. Certa vez perguntaram a um engenheiro da Mercedes-Benz por que eles não exigem que sua patente seja respeitada. Ele respondeu: “Porque há coisas, na vida, que são importantes demais para não serem partilhadas.” Grande conceito! Importante demais para não partilhar! O mesmo princípio deveria ser aplicado a qualquer outro produto que salve vidas. Como cristãos, o produto salvador que precisamos partilhar é o evangelho. E hoje quero lhes apresentar uma mulher que se dispôs a fazer isso. Na verdade, as mulheres têm sido grandes evangelistas, mas só recentemente têm recebido reconhecimento na igreja. Essa mulher, no entanto, não era de boa reputação em sua vila. Seria possível que uma mulher que tivera cinco maridos, e estava agora amasiada com o sexto, se tornasse um instrumento de salvação? A Bíblia diz que sim, em João 4. Jesus sabia tudo sobre a vida de pecados dessa mulher. Ela se entregara às paixões, mas estas somente lhe deixaram um vazio muito grande. Desprezada pela vizinhança, ela veio ao poço ao meio-dia para não se encontrar com as fofoqueiras de Sicar. No entanto, Jesus viu grandes possibilidades nessa mulher. E o resultado desse encontro com Cristo, foi que ela, apesar de mal falada, se tornou evangelista. Voltando à cidade, disse aos homens: “Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?!” (Jo 4:29). E muitos samaritanos creram nEle “em virtude do testemunho da mulher” (v. 39). Pense nisto: Se Deus foi capaz de usar uma mulher de má reputação para espalhar as boas novas de salvação, não poderia Ele usar pessoas como você e eu? Sim, Ele pode. Basta querermos.
RUBEM M. SCHEFFEL
Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem". Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.
Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.
Rubem M. Scheffel é pastor e trabalhou como editor na Casa Publicadora Brasileira por 32 anos. Atualmente jubilado, reside em Tatuí, SP. |
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08/03/10 Meditações Diárias 2010 - Como Jesus tratava as mulheres |
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Neste ponto, chegaram os Seus discípulos e se admiraram de que estivesse falando com uma mulher. João 4:27 No Oriente, um homem não aborda uma mulher estranha na rua e começa a conversar com ela. Os judeus consideravam extremamente impróprio que um homem, especialmente se se tratasse de um rabi, conversasse com uma mulher em público. Uma de suas regras estipulava que “nenhum homem deveria falar com uma mulher na rua, nem mesmo com a própria esposa”. Daí a surpresa dos discípulos, que, ao voltarem da cidade, encontraram o seu Mestre envolvido em conversação com uma mulher, junto ao poço de Jacó. Mas Jesus era assim mesmo: Ele não tinha preconceitos, nem contra os samaritanos, nem contra as mulheres, nem contra ninguém. Em Seu grande amor pelos seres humanos, Ele elevou a posição das mulheres de Seu tempo, vítimas de preconceito e discriminação. Os judeus as consideravam seres inferiores, e não permitiam que elas adentrassem o templo além do átrio das mulheres, e menos ainda que tomassem parte ativa no culto, quer falando ou orando em voz alta. Os mais radicais diziam que era melhor queimar a lei do que ensiná-la a uma mulher. Cristo quebrou esses padrões, tratando as mulheres como iguais, pois nas reuniões em que Ele pregava, tanto homens como mulheres tinham o privilégio de ouvi-Lo. O ensinamento judaico prescrevia também que a mulher ficasse em casa, e só saísse à rua com permissão do marido. No ministério de Jesus, porém, as mulheres acompanhavam o grupo apostólico ao se deslocar de um lugar para outro (Lc 8:1-3). Várias delas foram objeto de Seus milagres e compaixão, como a mulher siro-fenícia, a filha de Jairo, a viúva de Naim e outras. Ao assim proceder, Cristo estava, na verdade, restituindo à mulher a igualdade com o homem que lhe havia conferido na Criação: “Eva foi criada de uma costela tirada do lado de Adão, significando que não o deveria dominar, como a cabeça, nem ser pisada sob os pés como se fosse inferior, mas estar a seu lado como igual, e ser amada e protegida por ele” (Patriarcas e Profetas, p. 46). Vamos devolver à mulher o seu lugar de honra, não só hoje, o Dia Internacional da Mulher, mas em todos os dias de nossa vida.
RUBEM M. SCHEFFEL
Embora a vida seja curta e os nossos dias se acabem como um breve pensamento, Deus colocou em nós o anseio por uma vida sem fim, plena de felicidade. Salomão disse que Deus "pôs a eternidade no coração do homem". Através da variedade de assuntos abordados, o autor procura alcançar todos os tipos de leitores: os que sentem alegria, tristeza, amor, ira, saudade, desânimo e depressão, ou enfrentam injustiça, perdas, preocupações e dificuldades financeiras. Você certamente se identificará com muitos desses temas.
Para cada emoção, necessidade ou experiência, você encontrará orientações bíblicas que lhe trarão ânimo, conforto e paz. Sejam quais forem suas lutas, lembre-se: para quem aceitou Jesus como seu Salvador, a eternidade começa aqui e agora.
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